A Espessura Gengival e o Sucesso do Implante Dentário

A gengiva, mais do que estética superficial, desempenha um papel fundamental na durabilidade e no resultado estético dos implantes dentários. Um dos fatores-chave que os implantodontistas avaliam é o chamado biotipo gengival , ou seja, a espessura e resistência do tecido gengival da paciente. Gengivas mais espessas oferecem maior proteção tecidual, melhor cicatrização e menor risco de retração, enquanto gengivas muito finas podem resultar em comprometimentos como exposição do metal, recessão gengival e perda óssea. Estudos clínicos demonstram que, em um biotipo fino, a retração média da margem gengival pode ser de cerca de 1,2 mm em cinco anos, contra cerca de 0,5 mm em biotipos mais espessos. 

Além da estética, onde o contorno gengival harmônico faz toda a diferença no sorriso, o biotipo gengival também está intimamente ligado à salvaguarda do osso ao redor do implante. Em revisões sistemáticas recentes, verificou-se que biotipos finos estão associados a maiores taxas de perda marginal de osso, além de um risco aumentado de peri-implantite. Esse cenário reforça por que, na prática clínica da nossa equipe da Clínica SerpaCosta, realizamos uma avaliação rigorosa do biotipo gengival antes da cirurgia de implante dentário. Se necessário, planejamos intervenções de enxerto de tecido ou técnicas de aumento de volume gengival, garantindo um ambiente ideal para que seu implante seja bonito e duradouro.

Se você está considerando um implante dentário e quer entender exatamente qual é seu biotipo gengival e o que ele significa para o resultado do tratamento, agende uma avaliação conosco. Na Clínica SerpaCosta, unimos expertise, tecnologia e atenção aos detalhes para proporcionar não apenas um sorriso novo, mas um sorriso saudável e estável para toda a vida.

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